Adoro ouvir e tentar imaginar a cena daquele trecho da música da cantora Ana Carolina “Já aprendi a olhar o rio por onde a vida passa, sem me precipitar e nem perder a hora”. Acho de uma poesia única e que em tão poucas palavras nos fala tanto.
Nesse tempo onde todos estão com pressa e sem tempo....ou pelo menos a grande maioria. È um corre corre atrás da máquina, do dinheiro, do tempo perdido. São rostos cansados, já um tanto sem coragem e nem vontade de ter calma....aliás, sem tempo nem de apreciar a calma.
Estamos muitas vezes nos esquecendo de parar e analisar o rumo das coisas, das pessoas, do mundo. Poucas pessoas se questionando o certo e o errado. Poucas vozes se levantando para falar o que acham certo e errado. E isso é sério e preocupante.
O futuro de nossos Municípios, regiões ou países são feitos de nós. As pessoas sem tempo. Se as pessoas que estão trabalhando, empreendendo. Se as mães, os pais, os trabalhadores, os professores, os agricultores não tem mais tempo para nada, de quem é a responsabilidade do pensar no nosso mundo, de promover as discussões mais pertinentes...Claro que é a responsabilidade é de todos, e acredito que todos desempenhamos de nosso modo, na medida de nossas forças, o que podemos. Mas daí me pergunto, e o que fazem as pessoas que sempre tem tempo sobrando?
Muitas vezes ficamos nos envolvendo em discussões ou argumentações que giram em torno de fatos pequenos e sem relevância. E isso em cidades pequenas como as que vivemos é mais claro ainda. Não que não exista em utras partes do mundo, claro que existe e em todas aliás...mas é ai que está o problema, se é que é um problema. Como já disse Marther Luter King “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Por que os bons estão se calando....
E nesse tempo maluco, chega semana e vai semana, passa mês e começa mês e cá estamos nós, voltando a nossa ciranda da vida. Começa plantio, termina plantio. Inicia-se e termina projetos, e não sei se vocês perceberam, mas estamos em maio. Maio de 2010. Quase metade do ano. E como está a sua vida?
Será que ainda estamos nos lembrando dos nossos projetos para o ano. Das mudanças, das coisas que iríamos fazer melhor...
Quero hoje parabenizar a todos os trabalhadores do nosso país. È de vocês o mérito da palavra “Desenvolvimento”. É daquelas que trabalham, lutam, seja em suas mesas, seja na terra, na frente de um computador ou atrás de uma direção. O crescimento e desenvolvimento de um país é daqueles que dão o seu suor, acreditam em projetos, em sonhos, em idéias. São daqueles que se levantam ou que não dormem por acreditarem que é trabalhando que se consegue as coisas e as mudanças que todos almejamos.
Seja qual for sua profissão ou sua função, o Dia do Trabalhador é seu. Pois numa sociedade aonde são oferecidas ás pessoas formas ás vezes tão mais fáceis de se adquirir riquezas materiais e poder, ainda é do trabalhador anônimo, o fardo do anonimato dos noticiários e das nossas conversas diárias.
Que todos nós aprendamos a olhar o rio por onde a vida passa, sem se precipitar e nem perder a hora.....Votos de ótimo feriado.
Com carinho
Marcela Muttoni Tietze
E então eu resolvi abrir minha boca, a tanta coisa aqui me incomodando.Sem babação - salive Textos, Crônicas, editoriais, e falta de pretensão alguma.
sábado, 24 de julho de 2010
Ao senhor Tiradentes
Ilustre Senhor Tiradentes:
Orgulho-me muito do Senhor, e quero que saibas que sou muito grata por todo o seu trabalho junto ao importante movimento da Inconfidência Mineira. Pois sei, que se hoje somos um país democrático, devemos isso graças a homens de coragem e bravura como o senhor, que em seu tempo, fizeram história. Morreram por bandeiras, ideais e lutas ideológicas, que hoje muitas vezes nem lembradas são.
Eu sei senhor Tiradentes, que o senhor foi enforcado no dia 21 de abril, e que o senhor leva esse nome por que o senhor era dentista. Mas Caro senhor Tiradentes, apesar de meu apreço por sua história e por minha gratidão como orgulhosa e patriota brasileira, cabe-me aqui fazer um apelo. Acho que o seu feriado, podia ser num domingo.
Sei que grande parte dos leitores dessa carta, bem como amigos e até familiares dirão..........”Fica quieta”, mas creio que tenho o dever de pelo menos tentar fazer o senhor me ouvir, mesmo que ai no céu ou aonde o senhor estiver. Aqui no Brasil a gente não entra no ritmo nunca. A gente trabalha de segunda a sexta, e se trabalha no sábado já ta “esgualepado”. Claro, que tem as exessões á regra mas como é difícil encontrá-las. A maioria das exessões são os donos de empresas, que pagam impostos e funcionários e que maioria das vezes, nem lembram que é feriado no dia 21 de abril.
Quando passa o natal, a gente se prepara para as férias, e depois das férias tem o carnaval. O ano começa em março, mas daí começa a páscoa. E quando a gente pensa UFAAAAAAAAAA, começou o ano, em pleno abril, numa quarta feira é Dia de Tiradentes.
Claro, sem ser hipócrita, Quem não gosta de feriado não é. Eu também gosto Senhor Tiradentes. Até conheço quem não goste, mas no funde todos se rendem de alguma forma. Mas falando sério, Senhor Tiradentes, feriado é bem coisa de brasileiro. Quanto atraso...E no meio da semana então. Mal a pena, nos recuperamos da páscoa, e lá vem o Sr. Tiradentes. Que além de Tirar Dentes, Tira horas.... Tira ritmo, tira uma quarta feira útil....e retarda a semana, e lá se vai mais uma.
Aqui no Sul pelo menos Senhor Tiradentes, as pessoas utilizam o seu feriado para se dedicar ao óscio. Algumas mulheres dizem que querem descansar outras arrumarem a casa. Os homens também, utilizam a maioria para se dedicar ao “niente”...e é para isso mesmo que serve feriado.
A sorte sua Senhor Tiradentes é que foi um feriadinho daqueles, abençoado com uma chuvinha, que além de lavar nossas janelas, amenizou um pouco a poeira e o ar carregado de pó, que a dias teimava em nos lembrar, que a muitos dias não chovia por nossas bandas.
E com a chuva chegou novos dias, parece que enfim, o outono nos deu suas boa vindas. Já estamos terminando abril, e poucos dias usamos nossos casacos não é mesmo.
Então senhor Tiradnetes, Obrigada por ter nos trazido os dias de outono e um descanso a nossas almas empoeiradas. Mas como brasileira consciente, bem que seu feriado se não for no domingo podia então ser sempre na segunda.....
Com carinho da brasileira que adora feriado e o Senhor Tiradentes
Marcela Muttoni Tietze
Orgulho-me muito do Senhor, e quero que saibas que sou muito grata por todo o seu trabalho junto ao importante movimento da Inconfidência Mineira. Pois sei, que se hoje somos um país democrático, devemos isso graças a homens de coragem e bravura como o senhor, que em seu tempo, fizeram história. Morreram por bandeiras, ideais e lutas ideológicas, que hoje muitas vezes nem lembradas são.
Eu sei senhor Tiradentes, que o senhor foi enforcado no dia 21 de abril, e que o senhor leva esse nome por que o senhor era dentista. Mas Caro senhor Tiradentes, apesar de meu apreço por sua história e por minha gratidão como orgulhosa e patriota brasileira, cabe-me aqui fazer um apelo. Acho que o seu feriado, podia ser num domingo.
Sei que grande parte dos leitores dessa carta, bem como amigos e até familiares dirão..........”Fica quieta”, mas creio que tenho o dever de pelo menos tentar fazer o senhor me ouvir, mesmo que ai no céu ou aonde o senhor estiver. Aqui no Brasil a gente não entra no ritmo nunca. A gente trabalha de segunda a sexta, e se trabalha no sábado já ta “esgualepado”. Claro, que tem as exessões á regra mas como é difícil encontrá-las. A maioria das exessões são os donos de empresas, que pagam impostos e funcionários e que maioria das vezes, nem lembram que é feriado no dia 21 de abril.
Quando passa o natal, a gente se prepara para as férias, e depois das férias tem o carnaval. O ano começa em março, mas daí começa a páscoa. E quando a gente pensa UFAAAAAAAAAA, começou o ano, em pleno abril, numa quarta feira é Dia de Tiradentes.
Claro, sem ser hipócrita, Quem não gosta de feriado não é. Eu também gosto Senhor Tiradentes. Até conheço quem não goste, mas no funde todos se rendem de alguma forma. Mas falando sério, Senhor Tiradentes, feriado é bem coisa de brasileiro. Quanto atraso...E no meio da semana então. Mal a pena, nos recuperamos da páscoa, e lá vem o Sr. Tiradentes. Que além de Tirar Dentes, Tira horas.... Tira ritmo, tira uma quarta feira útil....e retarda a semana, e lá se vai mais uma.
Aqui no Sul pelo menos Senhor Tiradentes, as pessoas utilizam o seu feriado para se dedicar ao óscio. Algumas mulheres dizem que querem descansar outras arrumarem a casa. Os homens também, utilizam a maioria para se dedicar ao “niente”...e é para isso mesmo que serve feriado.
A sorte sua Senhor Tiradentes é que foi um feriadinho daqueles, abençoado com uma chuvinha, que além de lavar nossas janelas, amenizou um pouco a poeira e o ar carregado de pó, que a dias teimava em nos lembrar, que a muitos dias não chovia por nossas bandas.
E com a chuva chegou novos dias, parece que enfim, o outono nos deu suas boa vindas. Já estamos terminando abril, e poucos dias usamos nossos casacos não é mesmo.
Então senhor Tiradnetes, Obrigada por ter nos trazido os dias de outono e um descanso a nossas almas empoeiradas. Mas como brasileira consciente, bem que seu feriado se não for no domingo podia então ser sempre na segunda.....
Com carinho da brasileira que adora feriado e o Senhor Tiradentes
Marcela Muttoni Tietze
Sal e água
“As pessoas estão sempre culpando as circunstâncias pelo que são. Eu não acredito em circunstância. As pessoas que progridem no mundo são as que se levantam e procuram as circunstâncias que querem e se não as encontram, criam-nas”
Bernard Schaw.
Essa semana participei do II Seminário do Pólo UAB de Tio Hugo. E que bom que eu participei. Tive a oportunidade de assistir a uma palestra um tanto quanto confortante, e que me fez cócegas aos tímpanos.
O Palestrante falava sobre a gestão das empresas. Sobre como as questões mais importantes andam esquecidas. Os valores, princípios, caráter, a postura ética....Assistir a uma palestra, onde uma pessoa corajosamente defende a família, o amor, a lealdade é sempre muito bom, principalmente em tempos, onde o vale tudo anda correndo solto.
Independente de idade, creio e quero acreditar que não se mede as pessoas pelo seu currículo, nem pelo carro que possuem, e muito menos pelo tamanho do salário. Isso indica somente até onde alguns conseguiram chegar, o que nem sempre indica muita coisa, aliás na maioria não indica nada. Não que isso faça perder o valor do mérito, mas na minha humilde opinião não é mérito.
Títulos se compram inclusive o diploma. O da minha profissão por exemplo, jornalista, nem comprar precisa mais. Mas se nesse mundo onde tudo tem um preço, à algo ainda que não se compra, e isso se chama PRINCIPIOS.
Princípios são princípios, ou seja. A primeira coisa, o início, de onde partimos, daquilo do qual que nos serve de base para todo o resto. E como é bom, ouvir alguém falar de princípios em tempos onde só se escuta “achismos”.
Eu acho isso, eu acho aquilo, eu acho que poderia ser melhor. É tanto “eu acho” que beira a hipocrisia falarmos de compromisso social. Mas, eis que devemos crer que a esperança é a última que morre. E existem sim, pessoas, mesmo que poucas, que ainda acreditam que vale a pena respeitar os seus princípios.
As grandes gestões, as melhores empresas nem sempre terão o profissional que mais faz o que nos agrada, mas com certeza sempre terá o que mais respeita os princípios. Pois quem respeita os princípios tem respeito ao próximo, amor á família, tem dignidade, caráter e limites éticos intransponíveis, que hoje muitos não conhecem nem do dicionário.
Isso não é uma opinião demagógica, mas é o “sal” que ficou em mim depois da palestra. Pois como o palestrante disse, essa é uma palestra que vai-lhes ofertar muito sal e pouca água. E em mim, ofertou água alguma. Fiquei a pensar, e estou ainda pensando...em qual caminho nos perdemos. Quando foi que família deixou de ser o princípio principal. Aonde o respeito ao próximo deixou de ser primórdio. Quando foi que a gente aprendeu a aceitar os “burros” e os pilantras. Quando foi que a gente começou a se calar...quando foi.
A mudança que todos sonhamos começa em nós. Não no mundo. E nesse mundo que para cada um de nós é um, faça do seu o melhor, mas lembre-se. O seu mundo é o meu também. E nesse mundo quando daqui algum tempo eu e você não estivermos mais aqui, meus filhos e os seus, ou talvez nossos netos, também ainda será o mesmo. Tudo muda, mas os princípios de educação e retidão, ainda bem, esses é para quem tem, e esses não mudam nem com terremoto e nem com desmoronamento. Esses continuam firmes independente da tempestade.
Sal para vocês também.
Forte abraço com carinho
Marcela Muttoni Tietze
Bernard Schaw.
Essa semana participei do II Seminário do Pólo UAB de Tio Hugo. E que bom que eu participei. Tive a oportunidade de assistir a uma palestra um tanto quanto confortante, e que me fez cócegas aos tímpanos.
O Palestrante falava sobre a gestão das empresas. Sobre como as questões mais importantes andam esquecidas. Os valores, princípios, caráter, a postura ética....Assistir a uma palestra, onde uma pessoa corajosamente defende a família, o amor, a lealdade é sempre muito bom, principalmente em tempos, onde o vale tudo anda correndo solto.
Independente de idade, creio e quero acreditar que não se mede as pessoas pelo seu currículo, nem pelo carro que possuem, e muito menos pelo tamanho do salário. Isso indica somente até onde alguns conseguiram chegar, o que nem sempre indica muita coisa, aliás na maioria não indica nada. Não que isso faça perder o valor do mérito, mas na minha humilde opinião não é mérito.
Títulos se compram inclusive o diploma. O da minha profissão por exemplo, jornalista, nem comprar precisa mais. Mas se nesse mundo onde tudo tem um preço, à algo ainda que não se compra, e isso se chama PRINCIPIOS.
Princípios são princípios, ou seja. A primeira coisa, o início, de onde partimos, daquilo do qual que nos serve de base para todo o resto. E como é bom, ouvir alguém falar de princípios em tempos onde só se escuta “achismos”.
Eu acho isso, eu acho aquilo, eu acho que poderia ser melhor. É tanto “eu acho” que beira a hipocrisia falarmos de compromisso social. Mas, eis que devemos crer que a esperança é a última que morre. E existem sim, pessoas, mesmo que poucas, que ainda acreditam que vale a pena respeitar os seus princípios.
As grandes gestões, as melhores empresas nem sempre terão o profissional que mais faz o que nos agrada, mas com certeza sempre terá o que mais respeita os princípios. Pois quem respeita os princípios tem respeito ao próximo, amor á família, tem dignidade, caráter e limites éticos intransponíveis, que hoje muitos não conhecem nem do dicionário.
Isso não é uma opinião demagógica, mas é o “sal” que ficou em mim depois da palestra. Pois como o palestrante disse, essa é uma palestra que vai-lhes ofertar muito sal e pouca água. E em mim, ofertou água alguma. Fiquei a pensar, e estou ainda pensando...em qual caminho nos perdemos. Quando foi que família deixou de ser o princípio principal. Aonde o respeito ao próximo deixou de ser primórdio. Quando foi que a gente aprendeu a aceitar os “burros” e os pilantras. Quando foi que a gente começou a se calar...quando foi.
A mudança que todos sonhamos começa em nós. Não no mundo. E nesse mundo que para cada um de nós é um, faça do seu o melhor, mas lembre-se. O seu mundo é o meu também. E nesse mundo quando daqui algum tempo eu e você não estivermos mais aqui, meus filhos e os seus, ou talvez nossos netos, também ainda será o mesmo. Tudo muda, mas os princípios de educação e retidão, ainda bem, esses é para quem tem, e esses não mudam nem com terremoto e nem com desmoronamento. Esses continuam firmes independente da tempestade.
Sal para vocês também.
Forte abraço com carinho
Marcela Muttoni Tietze
PARE DE SER TÃO NORMAL
Você pode não acreditar, mas a normalidade não levará você a lugar algum. Num mundo cada vez mais dominado pela igualdade e pela medianidade, o valor está em não seguir o rebanho. O valor está em não seguir as regras. Em não se conformar com o estabelecido. Em contrariar a normalidade.
Pode parecer estranho dependendo da ótica que você olhar. Mas reflita bem e me diga se alguém construiu alguma coisa valiosa nesse planeta conformando-se com a normalidade. Volte uns séculos e constate isso. Pense nas artes. Pense na música. Pense nos negócios. Não se limite às invenções, mas pense comigo nas grandes transformações, nas grandes idéias, nas mudanças significativas, nos projetos brilhantes.
Se você refletir sobre cada uma dessas coisas você vai constatar que um não conformista foi lá, rasgou as regras e fez diferente.
Na verdade, sou radical nisso: penso que a normalidade empobrece e não constrói nada. Porque a normalidade aparentemente te acalma, te deixa mais seguro, mas na verdade ela te equaliza, te suga energia, te puxa para baixo, te deixa igual. Ou seja, sem nenhum valor profissional.
Relembre quando você entrou pela primeira vez na empresa (se você for contratado) e pense sobre todas aquelas coisas que você constatou e de quanta vontade você teve de fazer alguma coisa de forma diferente, de quebrar algumas regras e construir algo diferente. E constate que hoje, você talvez não veja nem sinta mais nada disso.
Lembre de quando você montou esse negócio (se for o empreendedor) com aquela enorme vontade e uma clareza absoluta - que talvez, você não tenha mais. Lembra de quando você se filiou àquela entidade e os projetos que lhe passavam pela cabeça que, talvez não passem mais.
Sabe por quê? Porque você foi equalizado para a normalidade do ambiente ou do setor. Você começou a vibrar na mesma onda que a maioria. Você seguiu as regras da casa e virou móveis e utensílios. E, talvez você não faça mais a menor diferença na empresa nem no mercado. Sabe por quê? Porque você foi contratado justamente pela diferença que fazia. Você foi contratado justamente para desequilibrar a normalidade da empresa trazendo coisas novas, novos ângulos de visão, novas idéias. E se você se equalizou e passou a vibrar como a maioria não desequilibra mais nada, não confronta mais nada e não serve mais. Se não aconteceu ainda, fique atento porque pode acontecer. Forte isso? Não sei.
Mas se pensar em negócios e inovação pense em Richard Branson, da Virgin e veja o que ele fez com a venda de música na época. Pense no que havia no mercado e o que ele fez com a aviação e com as ferrovias na Europa. Pense em Steve Jobs da Apple e veja o que ele fez com o mercado e o impacto na sua vida.
Pense em Ray Krock do Mc Donalds e dimensione o antes e depois de uma idéia diferente no ramo da alimentação. Pense em Anita Rodick da Body Shop e o que ela derrubou de regras no mundo da cosmética e a invenção do ativismo empresarial.
Agora pense no seu negócio. Olhe para o lado. Olhe ao redor no escritório. Pense sobre o seu setor. Pense sobre seus produtos e serviços. Pense sobre a sua entidade. Pense sobre sua marca pessoal e sobre sua carreira. Você está enxergando alguma coisa diferente? Você está fazendo alguma diferença? Você faz diferença?
A normalidade só vai te levar a enxergar aquilo que todo mundo enxerga e fazer aquilo que todo mundo faz. Vai te levar para as mesmas idéias e soluções que todo mundo encontra. A normalidade vai te levar para o meio da manada. Para a invisibilidade. Ser normal além de não produzir nada de interessante, vai deixar as tuas tardes de inverno mais pesadas, a pauta mais longa, a agenda tediosa, as segundas-feiras um saco, as conversas menos agradáveis, o mercado e os dias muito mais chatos.
Meu conselho: assuma alguns riscos e pare de ser tão normal. O prêmio pode ser fazer algo prazeroso e quem sabe até, memorável. Mas acredite, nada genial foi feito seguindo as regras do mercado.
Pode parecer estranho dependendo da ótica que você olhar. Mas reflita bem e me diga se alguém construiu alguma coisa valiosa nesse planeta conformando-se com a normalidade. Volte uns séculos e constate isso. Pense nas artes. Pense na música. Pense nos negócios. Não se limite às invenções, mas pense comigo nas grandes transformações, nas grandes idéias, nas mudanças significativas, nos projetos brilhantes.
Se você refletir sobre cada uma dessas coisas você vai constatar que um não conformista foi lá, rasgou as regras e fez diferente.
Na verdade, sou radical nisso: penso que a normalidade empobrece e não constrói nada. Porque a normalidade aparentemente te acalma, te deixa mais seguro, mas na verdade ela te equaliza, te suga energia, te puxa para baixo, te deixa igual. Ou seja, sem nenhum valor profissional.
Relembre quando você entrou pela primeira vez na empresa (se você for contratado) e pense sobre todas aquelas coisas que você constatou e de quanta vontade você teve de fazer alguma coisa de forma diferente, de quebrar algumas regras e construir algo diferente. E constate que hoje, você talvez não veja nem sinta mais nada disso.
Lembre de quando você montou esse negócio (se for o empreendedor) com aquela enorme vontade e uma clareza absoluta - que talvez, você não tenha mais. Lembra de quando você se filiou àquela entidade e os projetos que lhe passavam pela cabeça que, talvez não passem mais.
Sabe por quê? Porque você foi equalizado para a normalidade do ambiente ou do setor. Você começou a vibrar na mesma onda que a maioria. Você seguiu as regras da casa e virou móveis e utensílios. E, talvez você não faça mais a menor diferença na empresa nem no mercado. Sabe por quê? Porque você foi contratado justamente pela diferença que fazia. Você foi contratado justamente para desequilibrar a normalidade da empresa trazendo coisas novas, novos ângulos de visão, novas idéias. E se você se equalizou e passou a vibrar como a maioria não desequilibra mais nada, não confronta mais nada e não serve mais. Se não aconteceu ainda, fique atento porque pode acontecer. Forte isso? Não sei.
Mas se pensar em negócios e inovação pense em Richard Branson, da Virgin e veja o que ele fez com a venda de música na época. Pense no que havia no mercado e o que ele fez com a aviação e com as ferrovias na Europa. Pense em Steve Jobs da Apple e veja o que ele fez com o mercado e o impacto na sua vida.
Pense em Ray Krock do Mc Donalds e dimensione o antes e depois de uma idéia diferente no ramo da alimentação. Pense em Anita Rodick da Body Shop e o que ela derrubou de regras no mundo da cosmética e a invenção do ativismo empresarial.
Agora pense no seu negócio. Olhe para o lado. Olhe ao redor no escritório. Pense sobre o seu setor. Pense sobre seus produtos e serviços. Pense sobre a sua entidade. Pense sobre sua marca pessoal e sobre sua carreira. Você está enxergando alguma coisa diferente? Você está fazendo alguma diferença? Você faz diferença?
A normalidade só vai te levar a enxergar aquilo que todo mundo enxerga e fazer aquilo que todo mundo faz. Vai te levar para as mesmas idéias e soluções que todo mundo encontra. A normalidade vai te levar para o meio da manada. Para a invisibilidade. Ser normal além de não produzir nada de interessante, vai deixar as tuas tardes de inverno mais pesadas, a pauta mais longa, a agenda tediosa, as segundas-feiras um saco, as conversas menos agradáveis, o mercado e os dias muito mais chatos.
Meu conselho: assuma alguns riscos e pare de ser tão normal. O prêmio pode ser fazer algo prazeroso e quem sabe até, memorável. Mas acredite, nada genial foi feito seguindo as regras do mercado.
Vamos brincar de fazer de conta?
Eu finjo que trabalho, você finge que é importante e todo mundo finge que acredita.
A gente finge que é rico, que esse arroz empapado com feijão requentado é caviar, e que esse nosso roto sofá, é poltrona de caximere.
A gente financia nosso carro, não paga as prestações, mas tá de carro novo todo o ano. Importante é brincar de fazer de conta que a gente PODE.
A gente finge que se ama que é a família mais feliz. A gente finge que não sofre e a gente até finge que acredita nisso. E a gente finge que ninguém sabe que você é corna ou corno, e você fala que seu marido é o mais romântico do mundo. Acreditando nisso, a gente faz de conta que essa é a verdade.
A gente finge de se fantasiar da mulher que desfila na passarela, e você finge que sabe se vestir e que muito importante, tem personalidade. Roupa é personalidade nesse nosso louco mundo contemporâneo. Assim, compram-se roupas para ocupar vazios do guarda roupas, que não tampam buracos na alma. A gente finge que isso não é verdade, finge que isso nos faz feliz, e finge que não faz isso só para estar com um numero de vezes a mais vestindo roupas novas do que a sua amiga.
Nas nossas paredes diplomas ocupam lugares de fotografias e currículo de apresentação de vida. A gente finge que gosta e aceitando, finge que ninguém se importa com essas babaquices.
Aliás, a gente finge que é auto-suficiente e que concorrência não existe. Você se veste de pseudo intelectual e escuta o que to mundo diz que é bom. Lê o que ta na moda, escuta o que as pessoas dizem, e fala o que todo mundo finge achar importante. E a gente faz de conta que não sabe de tudo isso.
A gente finge que é amiga, mesmo a gente sabendo que tudo não passa de interesse. Pelo menos em grande parte esmagadora das vezes. Sim! Interesse. E fingindo sentimentos vamos criando vazios que não se interligam mais e compactados com tanto lixo orgânico e indigerível, vão se somando e somatizando...virando algumas vezes câncer, depressão, olhar vazio e rígido, doença ocular que tem pegado valendo nossa geração pseudo- feliz.
E fazendo de conta que está tudo bem, a gente finge que não entende noticiário e pseudo absortos de tudo que acontece no mundo, nada nos atinge desde que não afete nossa economia.
Pedófilos, fome, guerra, crimes bárbaros e assassinatos de trânsito continuam sendo, problemas de mundo moderno, e a gente brincando de fazer de conta que isso é verdade, vai aceitando, baseando nossas justificativas em parcos tripés de conceitos mal formulados sobre verdades e importâncias.
E a gente finge que é como na novela. Ser importante é importante nesse Fingiódromo. Senta-se à mesa farta de bolachas água e sal, café Tradição com leite e pão cacetinho de ontem com chimia de figo. A gente finge ser croassaint, finge que come bem, que vive bem e alienados não conseguimos mais sair do nosso mundo imaginário.
Após, a alienação é perpetuada através do mundo virtual de orkuts, MSN, facebock, aonde a gente finge que é alguém. Localizamos nossos grupos, nossas comunidades, botamos algumas fotos tiradas com a máquina digital pré datada, e já somos um EMO, UM NERD, A TAL, A ESPECIAL, A MISS.....e num mundo de 1 milhão de amigos, a gente finge ter amigos, ter amores, ter problemas e até ter cérebro. Mas nossas camas continuam vazias e os chimarrão sendo tomados com a mesma vizinha.
Vamos fazer de conta que ninguém se casa para se vestir de noiva e tirar fotos e que o número crescente de casamentos e divórcios é mero acaso antropológico. Opere seu nariz torto e diga que é desvio de cepto. Todo mundo sabe que você respira mal. Diga que tem dores na costa e diminua os seios. Diga que ta em depressão e bote silicone.
Mande fazer seus trabalhos de faculdade, copie da internet e todo mundo finge que sabe que você é esforçado e inteligente. Vamos continuar brincando?
Que nada disso é verdade, e sendo tudo uma mentira, a gente esquece. Afinal o problema nunca é seu não é? OU é? Vamos fazer de conta que não. Assim fica tudo bem.
Entre dentro de sua piscina. Pegue seu copo duralex e deguste seu suco. Feche os olhos e os ouvidos. A verdade meu amigo dói. Faça de conta que não é com você, Vá ao médico e tome remédios para dormir, para emagrecer, para ser feliz. Deixe sua alma anestesiada e se enquadre ao grupo. Fale mal dos outros para se sentir melhor. Queira ter o que os outro tem. Ambicione crescer pendurado nos tropeços. Isso é sagaz. Depressão vira estress, e isso é chique. Tome seu rivotril ou lexotan, não esqueça da sibutramina..Bem vindo a nossa sociedade real e FELIZ!
Sem fazer de conta. Com Carinho
Marcela
A gente finge que é rico, que esse arroz empapado com feijão requentado é caviar, e que esse nosso roto sofá, é poltrona de caximere.
A gente financia nosso carro, não paga as prestações, mas tá de carro novo todo o ano. Importante é brincar de fazer de conta que a gente PODE.
A gente finge que se ama que é a família mais feliz. A gente finge que não sofre e a gente até finge que acredita nisso. E a gente finge que ninguém sabe que você é corna ou corno, e você fala que seu marido é o mais romântico do mundo. Acreditando nisso, a gente faz de conta que essa é a verdade.
A gente finge de se fantasiar da mulher que desfila na passarela, e você finge que sabe se vestir e que muito importante, tem personalidade. Roupa é personalidade nesse nosso louco mundo contemporâneo. Assim, compram-se roupas para ocupar vazios do guarda roupas, que não tampam buracos na alma. A gente finge que isso não é verdade, finge que isso nos faz feliz, e finge que não faz isso só para estar com um numero de vezes a mais vestindo roupas novas do que a sua amiga.
Nas nossas paredes diplomas ocupam lugares de fotografias e currículo de apresentação de vida. A gente finge que gosta e aceitando, finge que ninguém se importa com essas babaquices.
Aliás, a gente finge que é auto-suficiente e que concorrência não existe. Você se veste de pseudo intelectual e escuta o que to mundo diz que é bom. Lê o que ta na moda, escuta o que as pessoas dizem, e fala o que todo mundo finge achar importante. E a gente faz de conta que não sabe de tudo isso.
A gente finge que é amiga, mesmo a gente sabendo que tudo não passa de interesse. Pelo menos em grande parte esmagadora das vezes. Sim! Interesse. E fingindo sentimentos vamos criando vazios que não se interligam mais e compactados com tanto lixo orgânico e indigerível, vão se somando e somatizando...virando algumas vezes câncer, depressão, olhar vazio e rígido, doença ocular que tem pegado valendo nossa geração pseudo- feliz.
E fazendo de conta que está tudo bem, a gente finge que não entende noticiário e pseudo absortos de tudo que acontece no mundo, nada nos atinge desde que não afete nossa economia.
Pedófilos, fome, guerra, crimes bárbaros e assassinatos de trânsito continuam sendo, problemas de mundo moderno, e a gente brincando de fazer de conta que isso é verdade, vai aceitando, baseando nossas justificativas em parcos tripés de conceitos mal formulados sobre verdades e importâncias.
E a gente finge que é como na novela. Ser importante é importante nesse Fingiódromo. Senta-se à mesa farta de bolachas água e sal, café Tradição com leite e pão cacetinho de ontem com chimia de figo. A gente finge ser croassaint, finge que come bem, que vive bem e alienados não conseguimos mais sair do nosso mundo imaginário.
Após, a alienação é perpetuada através do mundo virtual de orkuts, MSN, facebock, aonde a gente finge que é alguém. Localizamos nossos grupos, nossas comunidades, botamos algumas fotos tiradas com a máquina digital pré datada, e já somos um EMO, UM NERD, A TAL, A ESPECIAL, A MISS.....e num mundo de 1 milhão de amigos, a gente finge ter amigos, ter amores, ter problemas e até ter cérebro. Mas nossas camas continuam vazias e os chimarrão sendo tomados com a mesma vizinha.
Vamos fazer de conta que ninguém se casa para se vestir de noiva e tirar fotos e que o número crescente de casamentos e divórcios é mero acaso antropológico. Opere seu nariz torto e diga que é desvio de cepto. Todo mundo sabe que você respira mal. Diga que tem dores na costa e diminua os seios. Diga que ta em depressão e bote silicone.
Mande fazer seus trabalhos de faculdade, copie da internet e todo mundo finge que sabe que você é esforçado e inteligente. Vamos continuar brincando?
Que nada disso é verdade, e sendo tudo uma mentira, a gente esquece. Afinal o problema nunca é seu não é? OU é? Vamos fazer de conta que não. Assim fica tudo bem.
Entre dentro de sua piscina. Pegue seu copo duralex e deguste seu suco. Feche os olhos e os ouvidos. A verdade meu amigo dói. Faça de conta que não é com você, Vá ao médico e tome remédios para dormir, para emagrecer, para ser feliz. Deixe sua alma anestesiada e se enquadre ao grupo. Fale mal dos outros para se sentir melhor. Queira ter o que os outro tem. Ambicione crescer pendurado nos tropeços. Isso é sagaz. Depressão vira estress, e isso é chique. Tome seu rivotril ou lexotan, não esqueça da sibutramina..Bem vindo a nossa sociedade real e FELIZ!
Sem fazer de conta. Com Carinho
Marcela
São Cristóvão meu bom amigo...
Faz tempo São Cristóvão que não temos nossa conversa assim ao pé do ouvido. Temo que hoje ela será mais pública que as demais. Mas acho que nós ao longe desses quase 30 manos de companheirismo, já temos intimidade para nos entender e compreender.
Sei que o Senhor sabe o que guarda cada coração, em especial desse povo a quem eu considero, amigos, vizinhos, família, conhecidos, colegas....Sabe meu bom companheiro, do sentimento de sobresalto, angústia e saudade que cada um desses corações guarda. Tento imaginar os seu fins de semana meu bom santo, quantas súplicas aflitas de mães e pais deve receber a cada minuto, pedindo proteção e amparo, a filhos, maridos, esposas, familiares que tem que se entregar a vida e ao destino nesses chãos que vós sois o protetor.
Meu amigo, o Senhor que é o protetor dos viajantes, dos passageiros, dos produtores. O Senhor que é, por carregar em seus ombros, em travessias de caminhos delibinosos o menino Jesus , o símbolo de todos que cruzam caminhos - como anda difícil seu trabalho não.
Venho acompanhando meu bom companheiro seu esforço vão pelas estradas desse mundo de Deus. E cada dia fico mais sobressaltada ao ter que entrar no carro e encarar nossas estradas. Já aprendi e já vi o suficiente, e não de maneira fácil não, que não há vacina, remédio e nem medicação rápida para as perdas trágicas que nosso trânsito provoca. A saudade não tem dado que contemporize, e a ausência não se diminui pela dor do próximo, por estatísiticas ou por palavras de conforto.
Os últimos anos meu amigo, foram tão difíceis. Acho que o Senhor acompanha nós meros mortais aqui em baixo pedindo sua proteção e providência. Compreendo São Cristóvão que deve ser bem complicado sua tarefa. Lutar em vão contra motoristas inadimplentes, com pressa e muitas vezes alterados. Com um povo estressado, apressado. Com um trânsito vorraz...Ano pós ano, nós continuamos erguendo nossas mãos em prece, pedindo sua proteção, sua benção. Ainda lembro de uma cantinga que se cantava quando eu ia na procissão da Benção de São Cristóvão que dizia. “São Cristóvão não deixes de olhar, pelo irmão da estrada. Pois numa família, num lugar qualquer, esperam por ele filhos e mulher...acho que era assim, ou parecido com isso.
Nessas semanas que é o Seu dia meu AMIGO, PROTEJA E INTERCEDA POR NÓS. Merecedores ou não, proteja os viajantes, os motoristas,os produtores...Caregue-nos em seus ombros se possivel, ou carregue nossos medos e saudades...Lembrarei a todos para te ajudarem no sue trabalho, dirijindo com mais calma, sendo mais prudente, tendo mais responsabilidade, pensando em quem nos espera.
Boas festas e Feliz Dia meu amigo.
Sei que o Senhor sabe o que guarda cada coração, em especial desse povo a quem eu considero, amigos, vizinhos, família, conhecidos, colegas....Sabe meu bom companheiro, do sentimento de sobresalto, angústia e saudade que cada um desses corações guarda. Tento imaginar os seu fins de semana meu bom santo, quantas súplicas aflitas de mães e pais deve receber a cada minuto, pedindo proteção e amparo, a filhos, maridos, esposas, familiares que tem que se entregar a vida e ao destino nesses chãos que vós sois o protetor.
Meu amigo, o Senhor que é o protetor dos viajantes, dos passageiros, dos produtores. O Senhor que é, por carregar em seus ombros, em travessias de caminhos delibinosos o menino Jesus , o símbolo de todos que cruzam caminhos - como anda difícil seu trabalho não.
Venho acompanhando meu bom companheiro seu esforço vão pelas estradas desse mundo de Deus. E cada dia fico mais sobressaltada ao ter que entrar no carro e encarar nossas estradas. Já aprendi e já vi o suficiente, e não de maneira fácil não, que não há vacina, remédio e nem medicação rápida para as perdas trágicas que nosso trânsito provoca. A saudade não tem dado que contemporize, e a ausência não se diminui pela dor do próximo, por estatísiticas ou por palavras de conforto.
Os últimos anos meu amigo, foram tão difíceis. Acho que o Senhor acompanha nós meros mortais aqui em baixo pedindo sua proteção e providência. Compreendo São Cristóvão que deve ser bem complicado sua tarefa. Lutar em vão contra motoristas inadimplentes, com pressa e muitas vezes alterados. Com um povo estressado, apressado. Com um trânsito vorraz...Ano pós ano, nós continuamos erguendo nossas mãos em prece, pedindo sua proteção, sua benção. Ainda lembro de uma cantinga que se cantava quando eu ia na procissão da Benção de São Cristóvão que dizia. “São Cristóvão não deixes de olhar, pelo irmão da estrada. Pois numa família, num lugar qualquer, esperam por ele filhos e mulher...acho que era assim, ou parecido com isso.
Nessas semanas que é o Seu dia meu AMIGO, PROTEJA E INTERCEDA POR NÓS. Merecedores ou não, proteja os viajantes, os motoristas,os produtores...Caregue-nos em seus ombros se possivel, ou carregue nossos medos e saudades...Lembrarei a todos para te ajudarem no sue trabalho, dirijindo com mais calma, sendo mais prudente, tendo mais responsabilidade, pensando em quem nos espera.
Boas festas e Feliz Dia meu amigo.
Te gusto mutcho Maradona
Que os brasileiros me perdoem. Mas essa copa é da Argentina. Mesmo que a taça venha para nós. Esse ano a copa foi deles. Eles chegaram como derrotados e saírão sob qualquer resultados no mínimo, lembrados. E Bem lembrados. Um tanto quanto pela falta de técnica e por isso mesmo pelo futebol ostensivo, mas muito mais, pela histórica figura do técnico Maradona. Pelas promessas de correr pelado em praça pública de Buenos Aires caso venha a conquistar a Taça da Copa, e acredite, tem muita gente torcendo pela Argentina, só para ver isso acontecer. Tem gosto pra tudo não é?
Mas Maradona conseguiu trazer a essência do grotesco de volta. É pífio, prepotente e mal educado, e por isso mesmo, beira o cômico. Não tem como não rir do Hermano. E é dele as melhores entrevistas dessa copa sul -africana. Fala o que lhe dá na telha, ri, faz charme, usa óculos de sol cravejados de brilhantes, faz suas excentricidades parecerem palhaçadas. Se auto elogia, diz que é o melhor do mundo. Faz graçinha do Pelé e todo mundo cai na gargalhada.
Numa copa onde o que mais temos visto é pessoas á beira de um ataque de nervos, entregando a maçante rotina por busca de resultados que todos vivemos, Maradona quebra a regra. Nosso Dunga coitado se perdeu nas armadilhas midiáticas. Mas o Maradoninha, esse toca a música e ensina o tango. Bota a viola no saco e dá duas voltas no campo e você nem entendeu a pergunta ainda.
Inteligente e sagaz. Bom técnico? Para mim não, mas também , disso não entendo bulhufas, mas temos que reconhecer que ele conseguiu tornar um tome derrotado em atração e no mínimo respeitado. Isso, conseguiu.
Maradona traz leveza, coisas engraçadas. Desde quando futebol virou assunto tão sério. Esqueçamos os patrocinadores. A jabulani e as vuvuzelas. FOMMMMMMMMMMMMMMMM, FOMMMMMMMMMMMMMMMMMM, FOMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM. Nossa televisão está ensurdecedora . Maradona traz acalanto. Ele pelo menos faz tudo ficar mais engraçado. Que memórias vamos guardar dessa copa? Dessas vuvuzelas em nossos ouvidos. Prefiro Maradona. Pelo menos com ele eu dou muita risada.
Espero não te ver correndo pelado Maradoninha, até por que o senhor fica bem melhor de terno italiano. Mas um confronto da seriedade de nosso Dunga com o seu escracho, iria ser a melhor memória de uma copa no continente da zebra.
Mas Maradona conseguiu trazer a essência do grotesco de volta. É pífio, prepotente e mal educado, e por isso mesmo, beira o cômico. Não tem como não rir do Hermano. E é dele as melhores entrevistas dessa copa sul -africana. Fala o que lhe dá na telha, ri, faz charme, usa óculos de sol cravejados de brilhantes, faz suas excentricidades parecerem palhaçadas. Se auto elogia, diz que é o melhor do mundo. Faz graçinha do Pelé e todo mundo cai na gargalhada.
Numa copa onde o que mais temos visto é pessoas á beira de um ataque de nervos, entregando a maçante rotina por busca de resultados que todos vivemos, Maradona quebra a regra. Nosso Dunga coitado se perdeu nas armadilhas midiáticas. Mas o Maradoninha, esse toca a música e ensina o tango. Bota a viola no saco e dá duas voltas no campo e você nem entendeu a pergunta ainda.
Inteligente e sagaz. Bom técnico? Para mim não, mas também , disso não entendo bulhufas, mas temos que reconhecer que ele conseguiu tornar um tome derrotado em atração e no mínimo respeitado. Isso, conseguiu.
Maradona traz leveza, coisas engraçadas. Desde quando futebol virou assunto tão sério. Esqueçamos os patrocinadores. A jabulani e as vuvuzelas. FOMMMMMMMMMMMMMMMM, FOMMMMMMMMMMMMMMMMMM, FOMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM. Nossa televisão está ensurdecedora . Maradona traz acalanto. Ele pelo menos faz tudo ficar mais engraçado. Que memórias vamos guardar dessa copa? Dessas vuvuzelas em nossos ouvidos. Prefiro Maradona. Pelo menos com ele eu dou muita risada.
Espero não te ver correndo pelado Maradoninha, até por que o senhor fica bem melhor de terno italiano. Mas um confronto da seriedade de nosso Dunga com o seu escracho, iria ser a melhor memória de uma copa no continente da zebra.
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